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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Pousada na Cachoeira da Onça, refeições, cama e cachoeira






Uma tarde, durante a viagem do famtur que o Sebrae organizou aos Caminhos do Lago de Itaipu, fomos visitar a Pousada que fica na Cachoeira da Onça em Marechal Cândido Rondon. ASs fotos mostram algus detalhes da estrutura. A primeira, parte superior, mostra a área da casa principal que serve de recepção e restaurante. Um lugar agradável atendido por uma equipe que mora na redondeza da propriedade. A pousada tem vários ambientes diferentes. Próximo à cachoeira, não à beira dela, mas perto, fica uma outra casa cujos detalhe principal são as duas camas colocadas logo abaixo no forro. Adiante há mais um ambiente. Aqui se encntram cabanas coo as mostradas na foto três, ótimas para um casal. A útima foto mostra detalhes do interior da cabana. Preste atenção no local que servirá como cama! Sem dúvida voltarei a este lugar!

Rochas da Cachoeira da Onça: geoturismo e aula prática de geologia





Assisti a uma palestra sobre geologia durante um congresso de geologia em Foz do Iguaçu. Lembro-me do palestrante dizendo que não existe pedra. "Pedra não existe- existe rocha", dizia. Sendo assim, quando eu cheguei na propriedade onde está a Cahoeira da Onça, as "rochas" me chamaram a atenção. São as mesmas rochas das Cataratas do Iguaçu. Se chamam basalto.Falando de maneira direta e simples, a rocha basáltica é lava resfriado. Um dia, há uns 200 milhões de anos, toda a região que é hoje o Oeste do Paraná e toda a Bacia do Rio Paraná era cortada por rachaduras imensas na terra e por essas rachaduras, a terra vomitava fogo e jogava para fora rios de lava quentíssima.

As lavas que esfriaram viraram esse show de pedras que temos por aqui. Em uma das fotos aparece uma pequena superfície rochosa onde perto há um jumento. Na minha cabeça veio a palavra técnica: "afloramento". Isso é um afloramento basáltico. É uma camada de basalto que subiu "à flor" da terra; quer dizer não está coberto pela camada de aproximadamente seis metros de terra rocha que vemos em toda parte e onde podemos plantar soja, tomate e flores.

Descendo à Cachoeira, vi os paredões de pedras. Há lugares onde há toda espécie de amontoados de rochas - ou pedras. Vemos rachaduras nelas. Vemos lugares onde se eencontram duas ou mais rochas. À minha cabeça veio a palavra "diacrase" que é um dos nomes que os geólogos utilizam para algumas formas de rachaduras transversais na pedra. Eu achei na hora, alí, que essas rochas eram uma sala de aula perfeita para explicar a formação da terra e especialmente do evento geológico chamado "derrame de lava", responsável pelo basalto e responsável por tantas cachoeiras na região.

Chopp fresquíssimo na Haus Bier - Marechal Cândido Rondon


Em Marechal Cândido Rondon, há uma microcervejaria que fabrica várias espécies de chopp claro e escuro além de ter variedades ao gosto do cliente do tipo que contém menta, groselha, vinho, ou caramelos - este também com variedades. "São oito tipos de caramelos", explicou Vitor Giacobbo, propritário junto com outros membros da família ítalo-alemã da cidade. São fabricados em pequena quantidade porque aqui não se pode armazenar. Armazenamento significa ter conservante e se tivesse a coisa já não seria mais uma microcerveja-choparia.

Cheguei lá no final de tarde e a Sandra Finker responsável por assegurar que andássemos na hora, avisou, de cara, que não tínhamos tempo. Assim, fiquei lá da área da produção, onde existem alguns iomensos barris carregados de chopp, olhando lá para fora, uma série de mesas que já começavam a receber os primerios clientes. O calor estava alto nessa nossa Germânia tropical. E eu pensava que iria sair da Haus Bier sem ter experimentado o chopp da terra. Foi quando o Giacobbo teve a idéia de fazer a "sangria" que aparece na foto. Direto da foto, um copo gelado de chopp. E enquanto bebericava, Giacobbo explicava: "o que dar dor de cabeça em uma cerveja ou chopp é conservante". E eu ia capando frases chaves. "Cevada e malta são a mesma coisa. Malta é cevada germinada". Enquanto isso a gente aprovava o chopp. Ao lado das instalações onde se fabrica o chopp está o restaurante. No dia em que estivemos lá, Giacobbo se preparava paa levar chopp para uma festa no Mato Grosso do Sul. Assi como und dois meses antes elel levou o chopp da Haus Bier para o Festival Gastronômico organizado em Foz do Iguaçu para celebrar o Dia Mundial de Turismo. E assim o chopp de "Marechal" está conquistando paladares. Na próxima viagem, vou encontrar uma maneira de ficar em Marechal e sentar ali na calçada bisbilhotando a Avenida Rio Grande do Sul!

domingo, 6 de dezembro de 2009

Rafting Rio Guassu: Parte II






Na parte I do Rafting do rio Guassu, conclui dizendo que o Júnior nos disse: muito bem, relaxe, pretem atenção, cuidado com o Wilson! O Wilson é uma pedra imensa no meio do rio. No topo dela nasceram pequenas plantas. O que eu vi, tentei traduzir no desenho acima. As outras fotos mostram a comunidade onde o passeio termina. Os prédios de cnstrução típica da colônia. Uma pequena represa gera eletricidade para tocar a fábrica de gelo que funciona no prédio azul que aparece na foto dois. O último salto que nós negociamos com o barco foi esse da represa.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Rafting no Rio Guaçu

Júnior Paulinho dá as primeiras instruções (acima)! Na foto de baixo, o primeiro maravilhoso obstáculo depois do treino. Parte I Quando eu vi na programação: Rafting no Rio Guaçu depois do almoço, eu não gostei. Rezei tres dias e três noites para que tudo desse errado. Que nevasse! Geasse! Que a equipe entrasse em greve! Qualquer coisa. Mas rafting não!  

Viagem no tempo! 

Quando eu completei 40 anos, pensei que ia morrer. me matriculei num curso de páraquedismo. Dai fiz parapente e mergulho. Atravessei o Pantanal de bicicleta. E fui guia de turismo-aventura em caiaque oceânico. Mas ratfiting não! De volta! Agora com 54 acho, de novo, que já vou morrer. Só que ao contrário dos 40, agora fiquei mais frouxo. Por isso rezei tanto. Bem finalmente amanhecemos em Guaíra, visitamos o previsto e que já conto em outras postagens. Almoçamos e pensei agora vai dar errado. O céu nublou e ameaçou chover. Aí pensei deu errado! Mas, estava errado. Chegamos à Base da Guaçu Rafting e Turismo Ecológico. Lá fomos recebidos pelo Júnior Paulinho Niszczak e sua equipe. Foi a primeira vez que encontro alguém chamado Júnior e além do mais Paulinho. Vai dar errado! As nuvens ficaram mais preta. Como eu já remei em caiaque oceânico, olhei para o rio que estava barrento, li na superfície que o danado estava alto. Registrei que estava também rápido. Não vai dar certo! O Júnior - agora já com voz de capitão, dá instruções e manda que coloquemos o equipamento (salva-vidas e capacete). Coloquei o equipamento. Ele diz que eu preciso de um tênis ou sapatilha. Ufa! Até que fim não tenho, não posso ir descalço, deu zebra, graças a Deus. 

O júnior diz que para essas ocasiões tem uns tênis velhos doados pela galera que visita etc. "Experimente esse", disse. Experimentei e serviu. O próximo passo, todos carregado o barquinho amarelho para o rio. Hora fatal: se não der errado agora, não vai dar errado nunca mais! Estamos dentro do barco e na água. Vamos testar as instruções que recebemos lá no seco. Diálogo (só fala o Jr)! - Assim é pra frente! Quando eu disser pra frente todos remam pra frente! - Assim é ré! Quando eu disser ré todos remam de ré. - Daí tem hora que vou dizer direita pra frente, aí só os da direita remam pra frente. Ou então eu posso dizer direita pra frente, esquerda ré! Entenderam? - Tem mais em duas ocasiões eu vou dizer, Piso! e Vocês correm e se sentam no piso do barco, com o remo assim para não perder,e uma mão nessa corda para não cair ou seja abandonar o bote. 

Entenderam? Vamos! Fizemos um teste. Repetimos tudo um par de vezes e, foi para valer. Remamos uns 30 metros - eu acho - e vupt! iaba-daba-dú! Yahoo! primeiro salto! Maravilha! Agora não tinha mais jeito. Pensei: esse cara tem coisa mais séria e aí fomos. Todos prá frente! Direta frente! Esquerda ré! Isso! Agora deixe ele ir! Momentos de calma. Atrás de mim, a Neumari do Conselho Municipal de Turismo de Foz do Iguaçu ria mas estava meio pálida. Que foi Neumari! Tentei acalmar como se eu tivesse condições para acalmar alguém. Ao meu lado o Marcel, mas não conseguia olhar para ele. Perdi a conta de trechos calmos, menos agitados, mais rápidos, quando de repente. Esqreda pra frente direita ré! Olho prá frente e, ai meu Deus, valei-me, um salto. Pôe um metro e meio. E agente ia pular por cima dele. E lá vai! Agitação rema, frente, ré, frente, prepara Iabadabadú! Yahoo! Huhuiii! 

E o Junior acalma a todos. "Muito bem, continue remando. Direita pra trás! Esquerda prá frene atenção olhe pra traz, tranquilos, cuidado com o Wilson! Que Wilson! Eu vou ter que fazer um retrato falado dele!